Crítica | Patch Adams - O Amor É Contagioso: Robin Willians se esforça, mas não encontrou um texto apropriado para dramatizar esta história real
Patch Adams - O Amor É Contagioso: dirigido por Tom Shadyac SOBROU COMÉDIA E AÇUCAR, FALTOU O DRAMA Há muitos erros em Patch Adams - O Amor é Contagioso , dirigido em 1998 por Tom Shadyac. Mas há pelo menos dois acertos que conquistam os fãs; o primeiro foi trazer à tona um tema bastante sensível: a impessoalidade com a qual somos tratados pela classe médica. O filme nos lembra que saúde e doença são estados que expressam nossa individualidade, embora a sociedade teime em enxergá-los como manifestações padronizadas, que só se materializam no coletivo. Os sintomas servem apenas para levar ao diagnóstico; os tratamentos que funcionam com uns, devem funcionar com a maioria; a cura é um processo que vem ao nosso encontro, de fora para dentro... Enquanto tais conceitos questionáveis saltam aos olhos, o filme nos faz confrontar duas realidades, que se tangenciam: de um lado, a angústia do paciente que está em busca de cura, de outro, a aflição de médico que tenta ajudar como pode. Ambos sofr...